EU SOU

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“A vida é a descoberta de quem somos." contato: rosicleidedavid@ymail.com
Se até o SiLêNcIo guarda em si pAlAvRaS caladas. O que deve haver sem as palavras?

...Nos meus intervalos, eu passo por aqui...

Revelo a colheita do que plantei durante o dia,

Faço uma breve análise do que está em mim ou do que se passa ao meu redor,

Ou simplesmente deixo fragmentos de sonhos...

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sábado, 20 de outubro de 2012

Por onde ir...

E quando você percebe que pode estar indo pelo caminho errado? A decisão diária que parecia ser tão certa, agora apresenta vários pontos de interrogação.
Relacionamentos amorosos devem ser mesmo os mais complexos, ali dois mundos podem tanto se fundir como se chocar.
E acho que esses dois momentos fazem mesmo parte da dinâmica da relação, e também faz parte aqueles momentos que de tempos em tempos se faz necessário avaliar se a decisão diária de estar ao lado do outro faz sentido ou tornou-se apenas rotineira.
Não temos domínio pelo outro, o resultado é para os dois, mas a escolha é individual.
Admiro as relações que dão certo, que superam as dificuldades da adaptação desses dois mundos, que ao longo dos anos desenvolvem uma real parceria.
Mas, o caminho é longo e não é feito apenas de sorrisos, frases bonitas e companhia. Ao trilhar esse caminho, em alguns momentos vamos olhar para o outro e nos sentir sozinhos, e o que vai decidir se devemos ficar ou partir é a vontade de continuar fazendo companhia ao outro. Porque o amor tem disso, tem a necessidade de fazer pelo o outro, de não deixá-lo.
É difícil olhar para o mundo do outro e não querer que seja igual ao nosso. Mas, esse mundo carrega uma história de vida, traz experiências, aprendizados e necessidades que nem sempre são de fácil compreensão. É difícil compreender o que não se viveu.
As interrogações fazem parte do caminho. Algumas podem ser decisivas, podem nos levar a compreender que esses dois mundos precisam seguir caminhos distintos. Mas, há também as interrogações que não nos impedem de seguir, que fazem parte da construção de um amor que não é feito apenas de aparências. O amor não é cego, ele reconhece as divergências existentes entre estes dois mundos e a possibilidade de os interagir através do mútuo aprendizado.


Rosicleide David

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